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Akatsuki Hiden: Flores Malignas em Plena Florescência (暁秘 咲き乱れる悪の華, Akatsuki Hiden: Sakimidareru Aku no Hana) é uma história original escrita por Shin Towada e ilustrada por Masashi Kishimoto. É o sexto e último livro da série Naruto Hiden.

Sumário Editar

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Vários anos após o fim da Quarta Guerra Mundial Ninja, Sasuke Uchiha viaja por uma floresta. Apesar de já ter sido um criminoso internacional, foi concedido liberdade a ele e uma nova perspectiva por causa de sua amizade com Naruto Uzumaki, o amor de Sakura Haruno e a confiança de Kakashi Hatake. Ele então buscava redenção de suas ações passadas ao, entre outras coisas, olhar para o mundo com uma nova visão. Enquanto Sasuke atravessava pela floresta, ele encontrou uma porção de flores brancas que cresciam na base de uma árvore próxima. Como em anos anteriores ele jamais notaria tais flores, ele fica por um momento as apreciando.

Enquanto admirava as flores, Sasuke ouve por acaso dois jovens irmãos num campo de flores próximo, os quais estavam lançando shuriken de papel um no outro enquanto fingiam que eram ninjas. Ōmitsu, o irmão mais velho, era muito melhor em lançar shuriken do que o seu irmão mais novo, Komitsu, o qual reverenciava a habilidade de Ōmitsu. Sasuke então se lembra de sua admiração pelo seu irmão, Itachi. Após utilizarem todas as suas shuriken, Komitsu começa a pegar as shuriken no chão quando uma rajada de vento começa a afastá-las. Ele começa a persegui-las, não percebendo que ele estava rumando para um precipício. Quando Komitsu estava ultrapassando o limite para cair, Sasuke o salva, tendo coletado todas as shuriken de papel também.

Komitsu tenta insistir em demonstrar que ele sabia o que estava fazendo, mas, ao ver o quanto aliviado Ōmitsu estava pela intervenção de Sasuke, ele agradece Sasuke pela ajuda. Por causa das habilidades demonstradas por Sasuke, Komitsu o questiona se ele era o Naruto. Sasuke fica tão surpreso com a pergunta que acaba não respondendo, então fazendo Komitsu acreditar que ele era o Naruto. Komitsu então pede para que "Naruto" os treinassem em meio às tentativas falhas de Ōmitsu em acalmá-lo. Acreditando que aquilo se tratava de algum tipo de punição do destino, Sasuke concorda em dedicar parte do seu tempo a eles, revelando-os então qual era de fato o seu nome. Enquanto eles praticavam, Sasuke continuava a dizer a si mesmo para não permanecer por muito tempo e então revela aos garotos a sua intenção de partir em breve. Ainda assim Sasuke tardava a partir, preso à inocência de Komitsu e à proteção excessiva de Ōmitsu por seu irmão.

Após algumas horas de treinamento, Komitsu demonstra uma perceptível melhora, conseguindo finalmente a atingir os alvos que tentava. Komitsu fica então orgulhoso de si mesmo, mas então percebe que sol estava a se pôr, notando que o céu estava escurecendo e as nuvens estavam se avermelhando. Aquilo então o fez lembrar da Akatsuki. Sasuke fica surpreso ao ouvir a menção feita por Komitsu, então Ōmitsu o corrige ao dizer que "akatsuki" se referia ao ao amanhecer ao invés do pôr-do-sol, porém, com Komitsu permanecendo calado por um tempo, Ōmitsu se sentiu forçado a revelar para Sasuke que a família deles havia sido assassinada pela Akatsuki.

Capítulo 1 Editar

Hypericum Erectum (弟切草, Otogirisō)

Itachi Uchiha e seu parceiro, Kisame Hoshigaki, estavam se abrigando numa caverna durante uma noite. Como era o aniversário do Massacre do Clã Uchiha, Itachi não conseguia dormir e então resolveu contemplar a lua. Enquanto olhava para lua, ele pensava sobre Sasuke, seu irmão mais novo cuja inocência ele havia destruído e por isso desejava que o seu irmão o matasse em algum dia. Quando este dia chegasse, Itachi esperava que Sasuke não sentisse culpa alguma. Seus pensamentos então foram interrompidos por Kisame, o qual tinha ido conferir como ele estava. Kisame então disse zombando que apenas estava garantindo que Itachi não abandonasse a Akatsuki, a razão por trás de todas as parcerias em duplas da organização. Itachi não achou graça da fala de Kisame, fazendo com que Kisame admitisse que não teria chance contra ele e que, na verdade, ficaria feliz em morrer pelas mãos dele.

Assim que Kisame virou-se para retornar à caverna, tanto ele quanto Itachi notaram que eles estavam prestes a serem atacados. Uma névoa rapidamente preencheu a área e bloqueou a visão deles, indicando que eram ninjas-caçadores de Kirigakure que estavam os atacando. Antes que Kisame pudesse preparar a sua Samehada para protegê-lo, ele foi preso pela Técnica da Prisão de Água dos ninjas de Kirigakure. Quando os ninjas-caçadores acreditaram que haviam o capturado com sucesso, Kisame usou a Liberação de Água: Onda de Choque Explosiva de Água para libertar-se. Apesar da tentativa dos ninjas de Kiri em se defenderem, Kisame rapidamente os assassina através da combinação do uso de sua Samehada com seu estilo água.

Kisame acreditava que a luta havia terminando, fazendo com que Kiiro o confrontasse. Kisame então ficou confuso com a audácia de Kiiro e por não estar com vestimentas shinobi, deixando uma brecha para Kiiro atacar com o seu dragão de água. Concomitante ao ataque do dragão de água em Kisame, Kiiro utilizou a Liberação de Água: Chuva Tóxica, fazendo cair uma água escura em Kisame, cobrindo os seus olhos. O parceiro de Kiiro, Kodaka, imediatamente complementou os ataques de Kiiro com a sua Liberação de Relâmpago: Agulhas de Choque Elétrico, bombardeando Kisame com agulhas que deixavam lesões eritematosas e edemaciadas pelo seu corpo. Ao observar as feridas, Kisame acreditou que estava envenenado, então ele usou a Samehada para remover a parte do seu corpo afetada.

Kodaka fica esmorecido ao ver Kisame se mutilando, então Kiiro o comanda para eles performarem o "segundo e último" enquanto ele criava uma outra abertura para atacar. Com Kisame preocupado, Itachi finalmente se junta ao combate, prendendo Kiiro no Tsukuyomi e, num instante, torturando-o com a sensação de estar se afogando por dois dias inteiros. Kiiro desaba com o trauma e Kodaka vem ao seu socorro. Itachi estava prestes a matar ambos quando ele escuta Kiiro referir-se a Kodaka como seu irmão mais velho, fazendo com que Itachi os deixassem escapar.

Fora de perigo, Kisame e Itachi analisam o local. Kisame teoriza que a Chuva Tóxica de Kiiro criou uma água tóxica que foi injetada em seu corpo através das Agulhas de Choque Elétrico de Kodaka. Entretanto, ao testar a água escurecida, Itachi não encontrou sinais de toxicidade e teorizou que tinha algo a mais nas Agulhas de Choque Elétrico, provavelmente o "segundo e último" que eles haviam mencionado. Kisame sugeriu que eles perseguissem Kiiro e Kodaka, mas Itachi optou por descansar, explicando que Kiiro não estava em condição de ir para muito longe. Em outro local, Kiiro acorda e, ao ser informado que Kodaka preferiu fugir ao invés de derrotar Kisame de vez, repreende Kodaka, alegando ter sido um ato de covardia. Kodaka tenta argumentar que eles não tinham chance contra Kisame e Itachi e que eles já tinham recebido dinheiro suficiente pelo trabalho conjunto com Kirigakure, já podendo ajudar a família deles ao voltar para casa. Kiiro, no entanto, não dá ouvidos ao seu irmão, estando muito tentado pela potencial fama que a vitória deles traria e insistiu em tentar novamente assim que ele estivesse recuperado.

Na manhã seguinte, Kisame novamente sugere que eles fosse atrás de Kiiro e Kodaka para prevenir uma tentativa de um novo ataque. Itachi garantiu que não era fácil de se recuperar de um Tsukuyomi, apesar de ter refletido que o amor entre irmãos pudesse curar o dano na mente de Kiiro mais rápido do que o normal. Enquanto Kisame tentava entender a situação, Itachi pensava se seria sensato por parte dele em evitar a relação entre os irmãos, já que ir atrás deles seria um sinal de sua lealdade com a Akatsuki e tornaria mais fácil a coleta de informação sobre a organização, ajudando na sua missão para proteger Konoha.

Enquanto Itachi e Kisame caminhavam pela floresta, eles notam uma abelha venenosa voando a frente deles com um papel preso a ela. Itachi então removeu o papel sem matar a abelha, mas viu que o papel estava em branco. Kisame reconheceu aquilo do seu tempo no Esquadrão de Criptograma e imbuiu o papel com seu chakra, fazendo com que uma mensagem surgisse: uma carta preenchida com amor para a família do autor. Com isso, eles supuseram que pelo menos um dos irmãos, semelhante ao Clã Aburame, podiam controlar abelhas e que suas técnicas tinham a intenção de disfarçar o envolvimento das abelhas em seus ataques. O "segundo e último" que eles haviam mencionado antes significava que o veneno das abelhas só se tornaria fatal com uma segunda ferroada. Como Kisame já tinha sido ferroado uma vez, Itachi aceitou que eles não poderiam deixar os irmãos irem embora. Eles então partiram na direção oposta à da abelha que tinha a carta e Itachi lastimou o fato dos irmãos não terem escapado quando tiveram a chance.

O anoitecer não tinha nem chegado quando eles encontraram os irmãos numa com um enxame de abelhas. Como Kodaka havia notado a chegada deles primeiro, eles supuseram que Kodaka era quem utilizava as abelhas. Kiiro imediatamente usou a Chuva Tóxica, mas estava muito fraco para formar muita água e o pouco que formou foi absorvido pela Liberação de Água: Técnica do Projétil do Tubarão de Água de Kisame. Kodaka atacaou Kisame com as Agulhas de Choque Elétrico, mas Itachi o impediu com a Liberação de Água: Captura do Campo de Xarope de Amido, capturando as abelhas escondidas no processo. Com o segredo deles exposto, Kodaka retira o casaco que estava utilizando, revelando as abelhas venenosas que o cobriam. Ele então explica que eles eram de um clã que utilizava abelhas e que era tradição que o primogênito herdasse o segredo para controlar abelhas e que o segundo filho na linhagem protegesse o primeiro. No entanto, colher mel não era mais o suficiente para poder se sustentar, então Kodaka teve que passar a utilizar abelhas venenosas para fazer trabalhos shinobi de forma autônoma.

Tendo contado a sua história, Kodaka envia um novo enxame em direação a Kisame, sendo desta vez capaz de escapar da Captura do Campo de Xarope de Amido de Itachi. Incapaz de impedir as abelhas, Itachi instruiu Kisame a cercar-se com a Técnica da Prisão de Água, fazendo as abelhas se afogarem antes que pudessem atingir Kisame. Ao mesmo tempo, Itachi atacou Kiiro com a Liberação de Fogo: Técnica da Grande Bola de Fogo. Como Kiiro não podia defender-se, Kodaka saltou em frente do ataque e usou a si mesmo como um escudo. Apesar das abelhas que cobriam seu corpo terem minimizado o dano, o corpo de Kodaka ainda ficou severamente queimado. Com a sua força restante, ele ordenou que as abelhas atacassem.

Ao invés de atacarem Kisame ou Itachi, as abelhas acumularam-se sobre Kiiro. Enquanto Kiiro chorava e ficava cada vez mais paralisado pelas ferroadas das abelhas, Kodaka explicava que, como eles morreriam de qualquer forma, ele podia então ter a sua vingança, já que ele atribuiu suas frustrações com a grosseria e inveja de Kiiro, além de sua revolta com o fato de Kiiro tê-lo forçado aos trabalhos shinobi; apesar de que apicultura era difícil para se sustentar, tratava-se de algo que era seguro que a família podia fazer junto. Kodaka apunhala com uma kunai o coração de Kiiro através do enxame e então utiliza a mesma kunai para apunhalar o próprio coração. Com o seu último suspiro, Kodaka confessa que, apesar de tudo, ele, assim como os seus outros irmãos, amou Kiiro. As abelhas então ficaram mais agitadas com a morte de seu mestre, forçando Itachi e Kisame a partirem do local.

Posteriormente, Kisame notava as peculiaridades do amor e ódio que existia entre os irmãos. Já Itachi enxergava um significado muito maior no ocorrido e mais uma vez os seus pensamentos se voltavam para Sasuke. Ele se questionava para onde a dor de Sasuke o levaria enquanto ele buscava vingança, se ele podia encontrar algum tipo de força em meio ao desespero. Mais do que isso, Itachi se questionava se ele próprio durante a sua morte, como Kodaka, teria a coragem de confessar o seu amor para o seu pequeno irmão caçula. Ele então chegou a conclusão de que não saberia até que este momento chegasse.

Capítulo 2 Editar

O Vale das Mentiras (偽りの谷, Itsuwari no Tani)

Kakuzu e seu parceiro, Hidan, estavam perambulando pelo Vale das Mentiras à procura de um homem marcado com uma recompensa de 1,5 bilhão de ryō sobre a sua cabeça. Como não haviam visto ninguém durante dias, eles não puderam matar ninguém até então, algo que era tido como um pecado para o deus de Hidan, o Jashin. Revoltado com a situação e cansado da caminhada prolongada, Hidan pediu para que eles desistissem, alegando que ninguém morava naquele vale. Naquele exato momento, um homem surgiu das árvores próximas, o qual Kakuzu reconheceu como alvo pelo qual eles estavam procurando.

Finalmente tendo alguém para matar, Hidan perseguiu o homem, utilizando a Foice de Lâmina Tripla para adquirir uma amostra do sangue daquele homem. O homem então começou a realizar selos de mão para contra-atacar, mas interrompeu a ação quando viu Hidan cortando a sua própria mão. Confuso, ele observou enquanto Hidan preparava a sua Técnica de Maldição: Controle da Morte pela Possessão de Sangue, e então desenhava o símbolo do Jashin no solo, posteriormente lambendo o seu sangue contido na lâmina da foice, sua pele adquirindo uma aparência em forma de esqueleto e finalmente apunhalando a si mesmo no coração. O ritual de Hidan então concluiu-se, fazendo aquele homem tossir sangue e morrer. Hidan imediatamente começou a performar um ritual para Jashin, mas foi interrompido pela aparição de um garoto jovem com as mãos sujas. O garoto tinha assistido a luta que havia acontecido e acabou ficando curioso sobre como a habilidade de Hidan funcionava.

Hidan sentiu-se desconfortável pelas várias perguntas do garoto, indicando para Hidan que havia algo de errado com aquele menino. Quando o garoto demonstrou interesse em praticar a fé em Jashin, Kakuzu então concordou que de fato tinha algo de errado com ele. O garoto então se apresentou como Hohozuki e observou atentamente Hidan enquanto ele realizava o seu longo ritual que tinha sido interrompido anteriormente. Ao completar o ritual, Hidan respondeu a todas as perguntas do garoto, dando lições introdutórias sobre a adoração a Jashin. Kakuzu passou a ficar cansado com tudo aquilo e decidiu que eles deveriam prosseguir. Hidan entendeu que Kakuzu quis dizer que eles sairiam do vale, porém Kakuzu o corrigiu, alegando que a família do homem que tinha sido assassinado também tinham recompensas sobre às suas cabeças e que provavelmente eles também moravam no vale.

Kakuzu perguntou a Hohozuki se ele sabia de algo sobre onde aquele homem residia. Após uma breve hesitação, Hohozuki admitiu que ele morava numa vila próxima e que aquele homem provavelmente era de lá também, apesar de não conseguir reconhecer o rosto do homem. Kakuzu, estando suspeito com o discurso contraditório dele, pediu a Hohozuki para mostrá-los onde fica localizada a vila como forma de prova de que ele não estava mentindo. Hohozuki obedeceu, guiando-os de volta pelo caminho que eles vieram para um precipício próximo a um rio e então apontando para uma montanha do outro lado. Kakuzu então finalmente entendeu o porquê que eles tiveram tamanha dificuldade em encontrar o alvo deles a princípio, tendo que explicar também para Hidan, revelando que a vila estava escondida por um genjutsu. Quando eles dispersaram o genjutsu, eles puderam claramente ver a vila inserida no declive da montanha.

Kakuzu primeiro decidiu explorar a vila, chamada de Shangri-la pelo habitantes. Hohozuki explicou que tratava-se de uma pequena vila, significando que estranhos como Kakuzu e Hidan seriam facilmente notados e tido como suspeitos. Hohozuki sugeriu que Kakuzu utilizasse a Técnica de Transformação e assumisse a aparência do próprio Hohozuki, sugestão a qual Kakuzu resolveu acatar. Como Hidan era mal adaptado a infiltrações, ele acabou permanecendo para trás como Hohozuki. Então Hohozuki explicou como chegar na vila e encontrar o seu amigo, Ameyuki, o qual o guiaria por Shangri-la. Ele o entregou uma bola de lama, dizendo a Kakuzu para mostrar aquilo ao Ameyuki. Kakuzu considerou aquilo estranho porém aceitou a bola de lama e partiu.

Quando ele chegou a Shangri-la, Kakuzu concluiu que deixar Hidan para trás foi a ideia certa, já que as expressões felizes dos habitantes da vila teriam provocado Hidan a atacá-los. Ao encontrar Ameyuki, Kakuzu lhe entrega a bola de lama, tendo já notado que a bola tinha o chakra de Hohozuki contido nela. Quando Ameyuki absorveu o chakra, ele imediatamente entendeu o que Hohozuki queria e então começou a escoltar Kakuzu. Percebendo que Kakuzu estava desconfiado de sua assistência, Ameyuki o garantiu que o seu único propósito era fazer o que Hohozuki desejava.

Enquanto isso, Hidan continuava a contar a Hohozuki sobre o Jashin. Hohozuki já tinha decidido juntar-se à crença em Jashin e começar a matar em nome dele, mas estava preocupado que ele não era tão forte quanto às pessoas do mundo que defendiam a paz. Hidan lhe garantiu então que aquilo não era um problema já que tais pessoas não existiam, utilizando a sua própria experiência em Yugakure como um exemplo disso, referindo a quando ele tentou matar o seus companheiros de vila por serem pacíficos, fazendo eles reagirem tentando matá-lo primeiro, algo que de acordo Hidan seria incongruente, pois se eles amassem verdadeiramente a paz, eles teriam deixado terem sido assassinados. Hohozuki então perguntou sobre a exigência de Jashin para que seus fiéis matassem o seu próximo, questionando se aquilo significava que ele precisaria matar Kakuzu. Hidan deixou claro que ele odiava Kakuzu e por tal razão jamais consideraria Kakuzu como o seu próximo. Hohozuki então ficou aliviado com a declaração de Hidan.

Após um tempo, Kakuzu retornou sem novidades, não tendo sido capaz de encontrar a família do homem que eles haviam assassinado. Apesar de Hidan desejar sair da vila imediatamente, Kakuzu insistiu que eles esperasse até a manhã seguinte. Hohozuki então retornou para Shangri-la, prometendo que ele voltaria para vê-los antes que eles partissem. Quando ele partiu, Kakuzu notou que eles teriam que matar Ameyuki e ele também, já que ambos sabiam de muita coisa. Hidan então sugeriu que eles não esperassem até o amanhecer, porém Kakuzu insistiu, tendo notado que alguns moradores da vila, por trás de suas feições felizes, aparentavam estar preocupados com algo. De fato, durante aquela noite, estes mesmos moradores da vila apareceram em busca pelo homem assassinado por eles. Kakuzu permitiu que eles procurassem pelo cadáver daquele homem, distraindo-os enquanto ele ativava o seu Jiongu e então os matando com a sua Liberação de Relâmpago: Gian.

Kakuzu examinou os corpos dos mortos e os reconheceram como sendo da família que eles estavam procurando. Ele então percebeu que todos deveriam estar usando a Técnica de Transformação, com a morte deles fazendo com que assumissem a aparência real deles. Suspeitando de que todos os residentes de Shangri-la eram pessoas disfarçadas marcadas com recompensa, Kakuzu decidiu atacar a vila, alegrando Hidan. Enquanto eles atacavam a vila, a teoria de Kakuzu demonstrou-se estar correta conforme a face de todos que morriam mudava e revela tratar-se de alvos marcados para recompensa. Kakuzu então concluiu que o líder da vila devia ter uma recompensa muito valiosa sobre a sua cabeça e resolveu ir atrás dele, instruindo Hidan a lidar com Hohozuki e Ameyuki, que tinham ido encontrá-los.

Apesar de não ter se voltado para o ritual de Jashin até então, Hidan prometeu a Hohozuki que então faria o ritual de forma apropriada, começando com Ameyuki. Quando ele atinge Ameyuki, Hidan descobre que o corpo dele na verdade era feito de lama. A lama se espalhou, fazendo Hohozuki cancelar a sua própria Técnica de Transformação e revelar a si mesmo como o verdadeiro Ameyuki. Então Ameyuki explicou que ele estava se disfarçando como Hohozuki desde que ele chegou em Shangri-la, convivendo com uma versão de lama dele mesmo. Com o disfarce desfeito, Ameyuki podia agir como ele mesmo novamente. Hidan ficou confuso com a situação, mas foi capaz de ao mesmo reconhecer que Ameyuki estava disposto a lutar. Ameyuki então revelou que considerava Hidan como um próximo seu e que estava disposto a matá-lo.

Ameyuki então ataca Hidan com a Liberação de Lama, a sua Kekkei Genkai. Tendo nunca visto tal Transformação da Natureza, Hidan encontrou-se em desvantagem, permitindo que Ameyuki fizesse Hidan engolir uma grande quantidade de lama. Hidan então perfura o seu próprio pulmão para se salvar de uma asfixia. Após isso, Hidan fere Ameyuki e consegue adquirir uma amostra do sangue do seu adversário. No entanto, toda vez que Hidan tentava desenhar o símbolo de Jashin no solo, Ameyuki transformava o solo em lama. Quando Kakuzu, tendo assassinado o líder da vila, retornou, Hidan solicitou a sua ajuda, mas Kakuzu recusou, alegando que ele queria ver se encontrava mais alguém em Shangri-la.

Com a alegação de Kakuzu, Hidan fugiu pela floresta e Ameyuki o perseguiu. Enquanto desviava da lama de Ameyuki, Hidan se deu conta que Kakuzu nem tinha sequer solicitado que ele recuasse. Após conseguir manter uma distância considerável entre ele e o Ameyuki, Hidan encontrou um toco de madeira sobre o qual ele conseguiu desenhar o símbolo do Jashin. Como Ameyuki podia apenas tornar barro em lama, ele foi incapaz de desfazer o símbolo do Jashin, permitindo que Hidan criasse uma ligação entre os dois. Hidan então se apunhalou de forma que evitasse que Ameyuki se movesse. Ameyuki então enalteceu as habilidades de Hidan e, quando Hidan prometeu que o mataria, disse que era justamente isso que ele desejava.

Assim como muitos que tinham uma kekkei genkai, Ameyuki era odiado por muitos dos moradores da vila em que ele nasceu. A exceção era Hohozuki, seu único amigo. Quando escravagistas atacaram a vila e sequestraram as mulheres e as crianças, incluindo Hohozuki, Ameyuki os perseguiu e matou todos os escravagistas com a sua Liberação de Lama, salvando Hohozuki apesar de ficar marcado com uma recompensa sobre a sua cabeça. Ao invés de agradecer a Ameyuki por salvá-los, os residentes da vila temeram o seu poder e tentaram matá-lo. Hohozuki então planejou a fuga deles de Shangri-la, mas os moradores descobriram antes que pudessem escapar e acabaram assassinando Hohozuki. Ameyuki sentiu-se culpado pela morte de Hohozuki, mas decidiu seguir em frente como Hohozuki tinha lhe pedido.

Apesar de que Ameyuki estava disposto a se tornar um sacrifício para Jashin, ele resolveu fazer um sacrifício próprio antes. Citando o mandamento de Jashin para matar os seus próximos, Ameyuki realizou a sua Liberação de Lama: Chão de Lama, fazendo a montanha cair sobre Shangri-la e matar a todos que ainda moravam lá. Hidan enalteceu o último ato de Ameyuki e o apunhalou no coração, assassinando-o.

Kakuzu os encontrou pouco tempo depois, tendo conseguido escapar da destruição e Shangri-la e com uma série de valiosas recompensas em posse. Ele notou que Ameyuki seria o mais valioso, já que, além de ter matado os escravagistas, ele também matou a sua vila inteira, causando a sua futura listagem no Livro Bingo por tal motivo. Ele especula que o interesse de Ameyuki na crença em Jashin, que exigia matança, era uma maneira de lidar com o que ele faria. Além disso, ele provavelmente apareceu com um cópia de si mesmo porque desejava ser encontrado e morto. Desejando retirar logo o dinheiro pelas suas recompensas, Kakuzu pediu para que Hidan apressasse o seu ritual. Hidan, no entanto, recusou, alegando que na verdade ele demoraria mais do que o habitual porque ele tinha um mártir para celebrar: Ameyuki.

Capítulo 3 Editar

O Dia da Emergência (浮かびあがる日, Ukabiageru Hi)

Sasori e seu parceiro, Deidara, tinham acabado de destruir uma vila à mando da Akatsuki; Deidara explodiu os edifícios da vila com a sua Argila Explosiva e Sasori matou os sobreviventes com a sua marionete Hiruko. Sasori quis relatar imediatamente o sucesso da missão para a Akatsuki, mas antes Deidara queria primeiro encontrar uma nova argila que melhor emitisse a sua "arte". Pensando sobre isso, Sasori supôs que a pequena Vila da Cerâmica teria um fornecimento adequado de argila. Gostando da ideia, Deidara logo criou um pássaro de argila para transportá-los para o local e Sasori então embarcou.

Apesar da Vila da Cerâmica estar no País do Vento, eles se aproximaram pelo País dos Rios que ficava próximo, pois Sasori queria evitar Sunagakure. Durante o sobrevôo inicial, Deidara conseguia visualizar toda a cerâmica que decorava os prédios e as fornalhas que as formavam. Deidara imaginou toda a beleza que seria alcançada ao se destruir tudo aquilo. Eles pousaram próxima à periferia da vila, mas acabaram notando que havia uma única oficina lá. Deidara inspecionou o local e encontrou uma mulher destruindo a sua própria cerâmica. Acreditando que aquela mulher compartilhava da sua mesma visão sobre a arte através da destruição, Deidara a cumprimentou e lhe mostrou um pouco da sua arte. A mulher, chamada Kanyū, então explicou que na verdade ela tinha destruído as suas obras porque elas eram um completo desastre. Além disso, ela não tinha levado muito em conta a demonstração de Deidara, mas ela reconheceu que a arte dele tinha algum mérito. Ela então voltou ao seu trabalho e Deidara, considerando que ela não o havia insultado, seguiu com Sasori para a vila.

A Vila da Cerâmica era muito povoada, com vendedores e compradores deslocando-se pelas tendas de cerâmica que se alinhavam nas ruas. No centro da vila havia uma grande mansão decorada com centenas de azulejos de cerâmica; Sasori explicou que o líder da vila morava naquele lugar. Apesar de a princípio ficar impressionado com a quantidade de cerâmica na vila, Deidara concluiu que não havia qualidade de fato, já que tudo que ele via tinha muito luxo era tomado com muita cor. Sasori explicou que, quando ele previamente visitava a vila, o visual era diferente, que a vila tinha um estilo era mais simples e de bom gosto e que os ceramistas tinham claramente se afastado deste estilo. Então Sasori e Deidara concluíram que o estilo anterior da vila era de fato arte.

Enquanto procuravam pela fonte da argila da vila, Sasori e Deidara permaneciam cautelosos em não chamarem a atenção. Deidara estava esperançoso que a argila que ele iria adquirir seria o suficiente para matar Orochimaru, o qual ele culpava por sua recrutação na Akatsuki, já que se Orochimaru não tivesse saído da organização, Deidara nunca teria sido forçado a juntar-se a ela. No entanto, ao finalmente encontrar a mina onde a vila coletava a sua argila, Deidara não se impressionou, julgando a argila da vila como inferior àquela que ele já estava utilizando. Deidara então se desculpou com Sasori por desperdiçar o tempo deles, porém Sasori, ainda não desmotivado, decidiu retornar para a cidade.

De volta a Vila da Cerâmica, Deidara e Sasori encontraram Kanyū discutindo com o líder da vila Gōshō, cujas roupas eram tão de mal gosto quanto à cerâmica da vila segundo a visão de Sasori e Deidara. Kanyū estava suplicando a Gōshō que revivesse o estilo de arte Hanasaki para que a vila pudesse readquirir a sua pureza. Gōshō então recusou, alegando que foi justamente após abandonar o estilo Hanasaki que a vila conseguiu prosperidade. Kanyū tentou convencê-lo ao mencionar Mashō, fazendo com que Gōshō a golpeasse. Alguns habitantes da vila então foram averiguá-la para a ajudar, mas então Gōshō ameaçou bani-los da vila, afastando-os de Kanyū. Gōshō então ridicularizou a ambição de Kanyū na arte pelo próprio bem da arte, dizendo que uma arte que não rendia dinheiro era inútil. Gōshō então retornou para a mansão e Deidara, revoltado com as declarações dele sobre arte, destruiu o casaco espalhafatoso dele com um pequeno explosivo.

Kanyū notou o que Deidara fez e se dirigiu a ele para se desculpar pelo alvoroço que causou, porém ainda assim sorrindo para ele demonstrando que havia aprovado o que Deidara tinha feito. Sasori então perguntou o que tinha acontecido com Mashō, indicando que ele já o tinha conhecido uma vez. Kanyū então os levou para um santuário próximo a sua oficina. O santuário tinha sido feito por Mashō, o criador do estilo Hanasaki. A superfície do santuário assemelhava-se com flores, um efeito difícil de se produzir. Kanyū considerava-se uma estudante de Mashō e mostrou a Deidara e Sasori um pingente feito no estilo Hanasaki que Mashō entregaria para que Kanyū a provasse. Sasori e Deidara então concordaram que o estilo Hanasaki era de fato belo. Sasori então relatou que a sua avó uma vez contratou Mashō para que ele fizesse algumas próteses no estilo Hanasaki para as marionetes dela. Sasori então se sensibilizou pelo fato de Mashō ter abandonado a vila, porém Kanyū que este não era o caso. Ela acreditava que o desaparecimento de dez anos de Mashō, assim como o desaparecimento de todos os ceramistas do estilo Hanasaki, deveria significar que eles estavam procurando por um lugar onde o estilo Hanasaki pudesse prosperar.

Como estava ficando tarde, Kanyū convidou Sasori e Deidara para permanecer por uma noite lá. Eles então aceitaram, porém insistiram que cada um deles ficasse em quartos separados. Após o jantar, Deidara observou Kanyū trabalhando no seu forno, tentando redescobrir o segredo do estilo Hanasaki. Ele então sugeriu a ela que aquecesse a cerâmica mais rápido, porém ela respondeu que isso apenas destruiria a sua obra. Kanyū então perguntou se tinha algum problema na comida que ela tinha preparado para eles pois Sasori não tinha comido nada. Deidara então disse para ela não se preocupar e explicou que Sasori tinha desistido de seu próprio corpo pela arte. Apesar de não entender o conceito de Sasori para arte, Deidara pelo menos concordava com o seu empenho pela arte, um sentimento que Kanyū também compartilhava com ele.

Enquanto Kanyū retomava o seu trabalho, Sasori guiou Deidara de volta para o santuário de Mashō. Sasori então destruiu o santuário e fez Deidara inspecionar os destroços. Ao fazer isso, Deidara imediatamente notou a qualidade da argila em que era feito o santuário, sendo uma prova de que havia de fato uma excelente fonte de argila em algum lugar da vila. Eles então supuseram que a fonte devia estar na mansão de Gōshō e partiram para lá. Ao chegar no local, Deidara explodiu as portas de entrada e, quando os guardas da mansão surgiram para averiguar a situação, Sasori utilizou a Técnica de Marionetes para forçá-los a cometer suicídio. Eles então começaram a vasculhar a mansão.

Deidara e Sasori eventualmente encontraram uma oficina nas profundezas da mansão. Deidara então criou uma aranha com a argila da oficina e imediatamente ficou impressionado, já que aquela argila estava muito mais próximo de ser uma representação da sua visão de arte do que as outras argilas que ele já utilizou. Deidara então tentou mostrar para Sasori, mas ele estava muito preocupado em analisar os segredos do verniz para cerâmica da vila que era também armazenado na oficina, até porque era por esta razão que Sasori tinha concordado em ir para Vila da Cerâmica em primeiro lugar, já que este verniz expandiria o seu conhecimento sobre venenos. Já que ambos tinham encontrado o que queriam, Sasori decidiu partir. Deidara então recusou, já que não tinha argila suficiente para os seus propósitos. Deidara queria de fato saber a localização do lugar de onde esta argila era coletada, algo que provavelmente apenas Gōshō saberia.

Deidara então rastreou Gōshō na mansão e preparou um ataaque. Gōshō então aparentemente procurou abrigo para o ataque e Deidara o perseguiu secretamente. Gōshō fugiu para o jardim da mansão e, após confirmar que não estava sendo observado, desenterrou uma porta escondida no solo. Confiante de que ali era onde estava a argila do estilo Hanasaki, Deidara finalmente confrontou Gōshō. Quando, surpreendido, Gōshō abriu a sua boca, Deidara lançou dentro da boca dele a sua aranha de argila que havia feito antes, detonando-a. Com Gōshō morto, Sasori inspecionou a porta que Gōshō estava prestes a abrir e percebeu que selos muito poderosos tinham sido colocados nela, os quais apenas Gōshō teria sido capaz de remover.

Recusando-se a desistir após chegar tão longe, Deidara criou o dragão do C2 e subiu nele junto com Sasori. Assim que estavam prestes a voar, Kanyū apareceu e começou a gritar com eles questionando o que eles tinham feito. Sasori então a criticou por importar-se mais com a sua vila do que com a sua arte, mas ela então o corrigiu, alegando que não estava irritado por destruírem a vila, mas por terem destruído o santuário de Mashō. Satisfeito com a resposta dela, Deidara sugeriu que Kanyū evacuasse ou o futuro do estilo Hanasaki estaria perdido. Percebendo a intenção de Deidara, Kanyū começou a correr. Enquanto observavam ela se afastanto, Deidara insistiu para Sasori para poupá-la já que eles estavam com dívida com ela pelo menos pelo jantar, algo que Sasori reconheu que era o justo a se fazer.

Kanyū recuou até a sua oficina. Apesar de saber que ela tinha que se afastar mais, a sua última obra ainda estava no forno e ela não partiria sem antes ver como que tinha ficado. Ela observou conforme o dragão do C2 subiu pelos céus e fez o seu disparo. A explosão arrasou a vila e atingiu Kanyū.

Sasori e Deidara então inspecionaram a cratera que estava no local onde era a mansão de Gōshō, eventualmente encontrando a passagem que antes estava fechada pela porta com selos. Eles de fato encontraram uma maior quantidade de fornecimento de argila do estilo Hanasaki lá, mas Deidara ainda estava desapontado pela quantidade insuficiente que era. Ele continuou procurando pelo subsolo mas apenas encontrou um monte de esqueletos. Ao inspecionar os esqueletos, Sasori notou que um deles estava usando um pingente muito semelhante ao que Kanyū usava. Sasori então concluiu que aqueles eram corpos de Mashō e dos outros ceramistas do estilo Hanasaki, todos mortos por Gōshō. Provavelmente o suprimento da argila do estilo Hanasaki crescia pouco para continuar sustentando a vila, então ao invés de deixar a vila sofrendo enquanto aquela arte em falência era utilizada, Gōshō assassinou Mashō e os outros para que a vila estivesse livre para buscar novas formas de arte.

Deidara então se sentiu numa situação conflitante: apesar de desejar a argila do estilo Hanasaki, ele estava preocupado com fato de que pegá-la significaria que o estilo Hanasaki estaria então de fato morto. Sasori então discordou, alegando que a dedicação de um artista podia superar a limitação de suprimentos. Quando Kanyū finalmente acordou pela manhã, ela correu para verificar o seu forno, o qual em sua maior parte não estava danificado pela explosão. Dentro do forno estava a sua obra mais recente, um exemplo perfeito do estilo Hanasaki. A explosão de Deidara aqueceu a sua obra rápido o suficiente para que ela adquirisse o seu efeito de aspecto de flor. Agora entendendo o seu segredo, Kanyū começou a pensar sobre tipos de argila que ela deveria usar, acreditando que a resistência ao calor fosse a qualidade mais importante. Naquele momento, o pingente de Mashō caiu à frente dela. Ela olhou para cima e viu Deidara e Sasori voando sobre o dragão de C2. Ela então gritou para eles agradecendo pela ajuda.

Capítulo 4 Editar

A Flor que não Murcha (枯れぬ花, Karene Hana)

Konan está procurando por pistas sobre as bestas com cauda... As dolorosas memórias de três pessoas surgem na mente de Konan...

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Enquanto brincava com Sasuke, um homem que conhece Itachi aparece...

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