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Indra flagra Asura e Taizō

Indra flagra Asura livrando Taizō de seu cativeiro.

Enquanto descansa sob o gramado próximo de um riacho, Asura reflete sobre as ações exigentes de seu irmão, que aparentemente tem se tornando exaustivas, mas que mesmo assim, estaria o dando a chance de se tornar o sucessor no ninshū. Taizō chega alguns minutos depois para pedir ajuda de Asura a derrubar algumas árvores, liberando passagem para sua mãe ir ao campo e voltar com mais facilidade. Mais tarde, Taizō é capturado por Indra e abatido devido seu crime de dizimar parte de uma floresta. Asura tenta argumentar, mas Taizō confessa e pede perdão ao amigo pela mentira, uma vez que sua mãe detesta o ninshū e seria incapaz dele curá-la através dele, tornando assim, a única forma de encontrar remédios uma passagem pro outro lado. Indra comenta que leis eram cruciais para manter o convívio no local, e aplica a punição em Taizō, levando seu pai considerar um exagero, mas necessário. Na madrugada, Indra vai até uma caverna onde Taizō é mantido em cativeiro e o liberta, responsabilizando-se pelos atos. Antes que conseguisse escapar, Indra os aguarda do lado de fora da caverna, esperando para punir Asura finalmente. Eles iniciam um combate mano a mano até que Indra finaliza com um pontapé em seu irmão, jogando-o contra um tronco de árvore, enquanto Taizō escapa por ordens de Asura e Hagoromo observa tudo de longe.

A cerimônia de sucessor é iniciada

Hagoromo inicia a cerimônia do sucessor do Ninshū.

No dia seguinte, Asura vai até o túmulo de Shiro e reza por sua alma. Hagoromo introduze no local e conversa com Asura sobre os olhos de Indra e seu comportamento em especial, o que leva o último dizer que se sente intimidado, mas não afetado pelo Sharingan. O Sábio, sabendo por parte dos acontecimentos, compara-os com os olhos de sua mãe Kaguya e sente como se tivesse entendido o propósito de seus filhos terem tomado personalidades e estilos diferentes, como uma complementação. Algum tempo depois, os aldeões são chamados para a cerimônia de nomeação ao sucessor do ninshū, da mesma forma em que todos os seguidores naturais são reunidos dentro de uma sala. Hagoromo inicia o discurso dando um pergaminho cada aos seus filhos, colocando-lhes sob uma missão de restruturamento em dois lugares diferentes de que separou as bestas com caudas. Como parte de seu conhecimento lógico para testar as habilidades e comportamento de seus filhos pelo ninshū, ele intercepta qualquer palavra que Asura tenta contrariar, a fim de igualar ambos e dar oportunidade para Asura conseguir liberar seu verdadeiro poder.

Asura e Taizō saem juntos para a missão

Asura sai em jornada acompanhado de seu companheiro.

Eles, então, se trocam e vão para a missão, se separando em uma cruzada que é vigiada pelo alto por Gamamaru e Hagoromo, que aproveitam também para retratar como as coisas poderão rumar-se dali pra frente. Após caminhar um pouco, Asura sente a presença de Taizō, que por sua vez, parece estar recuperado dos danos causados pela punição realizada por Indra anteriormente. Asura fica indeciso pela decisão de Taizō querer acompanhá-lo em sua viagem para a decisão do sucessor, e seu amigo diz que se informou após ter tratado-se na cabana com seus outros amigos, Gasuka e Edashi, tornando-o obrigado a ajudá-lo como parte de seus agradecimentos. Apesar do entusiasmo do colega, Asura diz que ficará fora por bastante tempo, como meio de fazer Indra ganhar a missão e se tornar o sucessor, mas Taizō o convence a ir na missão para ajudar as pessoas que estão necessitando de ajuda. Após muito trabalho, passando por cordilheiras repletas de ventanias de areia e nevasca, eles chegam ao local de origem da Árvore Divina, mais especificamente no local onde eles deveriam contribuir com ajuda.

O líder da aldeia acolhe Asura e Taizō

O líder da aldeia acolhe os dois viajantes em sua tenda.

Quando adentram o local por meio de um bosque, Asura sente a presença de muitas pessoas, provavelmente os aldeões daquele pequeno vilarejo cercando-os com pensamentos maliciosos em questão de ambos. Impacientes com a presença dos dois viajantes, os aldeões partem para a ofensiva e tenta atacá-los com algumas ferramentas, mas Taizō se esconde enquanto Asura desvia dos mesmos com extrema facilidade. Em meio a esses ataques, os próprios aldeões se machucam, induzindo Asura curar-lhes. Em seguida, um idoso e líder do vilarejo aparece e interrompe o inconveniente, levando os viajantes para dentro de uma tenda onde lhes oferece uma refeição farta. No dia seguinte, Asura acorda cedo e observa atentamente a montanha no outro lado do vilarejo, logo tendo a companhia de Taizō. Rapidamente comentam o fato de chakra ser emitido da montanha e decidem subi-la para verificar. Quando perto do topo, eles são barrados por alguns aldeões que protegem a montanha, fazendo ambos amigos retornarem. Nem meio passo dado, eles se encontram com Kanna, o que anima Taizō que logo pede para a moça mostrar-lhes o local a fundo.

Asura e outros chegam no topo da montanha

Asura, Kanna e Taizō chegam ao topo da montanha.

Prudentemente, ela o empurra e vai até Asura para questioná-lo sobre sua profissão, em questão, perguntando se ele tratava-se de algum médico. Ele a responde negando, e novamente, Taizō interfere dizendo que ele conseguiu curá-la através do ninshū. Com expectativas, Kanna sobe a montanha com eles, chegando até um hospital improvisado onde sua mãe e outros aldeões estão inconscientes há bastante tempo. Asura tenta curar, mas percebe uma emissão de chakra vindo de teias conectadas ao chão, o que ao mesmo tempo, falha sua cura na mãe de Kanna. Eles saem para fora por algum segundo, após lamentar o fracasso na recuperação e encontram vários túmulos que foram feitos para aqueles que não sobreviveram à aquela "doença". Sabendo que alguma coisa estava dentro da montanha e ocasionando aquelas mortes e enfermamentos, Asura volta até os guardas e tenta adormecê-los, mas esquece os selos manuais necessários para isto. De qualquer modo, Kanna e Taizō usa alguns troncos de árvores para golpear os guardas na cabeça, liberando a passagem até a montanha. Ao entrarem dentro de uma passagem no ápice daquela montanha, eles se vêem cercados por troncos de árvores, que eventualmente era conhecido como a Árvore Divina.

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